segunda-feira, 10 de agosto

Justiça Suspende Venda da Participação da Oi na V.tal por R$ 4,5 Bi
Tecnologia 29/06/2026

Justiça Suspende Venda da Participação da Oi na V.tal por R$ 4,5 Bi

Justiça suspende venda da participação da Oi na V.tal por R$ 4,5 bilhões

A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a venda, por R$ 4,5 bilhões, da participação da Oi na V.tal, maior empresa de infraestrutura digital e a primeira rede neutra de fibra óptica fim a fim do mercado brasileiro.

A suspensão, determinada em decisões monocráticas na sexta-feira, foi comunicada neste domingo ao mercado pela Oi, que está em recuperação judicial.

A decisão segue os recursos interpostos por credores e investidores que questionaram a homologação da proposta vencedora de compra da V.tal, apresentada por BGC Fibra Participações e fundos e veículos de investimento ligados ao BTG Pactual.

Com isso, o processo fica temporariamente suspenso. Dona de infraestrutura de fibra óptica utilizada por operadoras e provedores de internet em todo o país, a V.tal é o principal ativo remanescente da Oi em sua reestruturação.

Por que a decisão foi tomada?

A decisão foi tomada em virtude de recursos interpostos por credores e investidores que questionaram a homologação da proposta vencedora de compra da V.tal, apresentada por BGC Fibra Participações e fundos e veículos de investimento ligados ao BTG Pactual.

Esses recursos questionam a legalidade da venda e a forma como ela foi feita, considerando que a Oi está em recuperação judicial e que a venda possa prejudicar os interesses dos credores e dos investidores.

Qual é o impacto da decisão?

O impacto da decisão é que o processo de venda da participação da Oi na V.tal fica temporariamente suspenso. Isso significa que a venda não será realizada no momento em que estava prevista e que a Oi continuará a ser dona da participação da V.tal.

No entanto, é importante notar que a decisão não implica na venda da participação da Oi na V.tal ser cancelada de vez. É possível que a venda seja realizada futuramente, desde que os recursos interpostos sejam resolvidos e que a venda seja feita de forma legítima e transparente.

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